Maravilhamento – DEVOTIO

junho 28, 2011 § Deixe um comentário

“Donde vêm a este estas cousas? Que sabedoria é esta que lhe foi dada?…” Marcos 6: 2b

O conteúdo do Evangelho é fascinante! A sua expressão na pessoa de Cristo causa um estado de ‘maravilhamento’ incomum! Qualquer pessoa minimamente atenta à Jesus ou se encanta por Ele ou o odeia. Na verdade, Jesus e Seu ensino não inspira moderação. Expressões como “assim-assim”; “mais-ou-menos”; “quem-sabe”; “talvez-sim-talvez-não”, nem de perto passam pela radicalidade exigida aos discípulos do Senhor. Isto porque, o amor reside num extremo, e qualquer outro sentimento por Cristo, por mais nobre que pareça ser (admiração, respeito, consideração, reconhecimento…) é só uma maneira disfarçada de desprezo, um jeito “educado” de resisti-lo.

A fé cristã, na sua mais pura e verdadeira essência produz ‘maravilhamento’. Na ausência de ‘maravilhamento’ suspeite da autenticidade. Em outras palavras, se você não fica de “queixo caído”; se os seus olhos não brilham; se o seu coração não arde; se a glória não resplandece; então, muito provavelmente o que se está a experimentar é puramente humano, embora se esteja a interagir com o que é divino. A Palavra de Deus é perfeita; restaura a alma; dá sabedoria aos símplices; é fiel; alegra o coração; é pura; ilumina os olhos; é mais desejável do que o ouro (Sl 19:7-10). Assim, se a fé produzida pelo que ouvimos não nos maravilhar, ao ponto de fazer-nos encontrar na Verdade e no Senhor da Verdade a razão dos nossos mais profundos desejos, então não é o Evangelho que estamos a ouvir, e a fé que está sendo gerada em nós não é a que salva. Pois a fé produzida por ouvir a Palavra, é a que nos torna tão maravilhados, ao ponto de fazer-nos considerar o Evangelho mais desejável do que o ouro. O verdadeiro Evangelho não nos faz desejar o ouro; mas sim, a riqueza do conhecimento e da sabedoria de Deus: Cristo.

Cuidado com tudo que em nome de Deus o inspira a desejar o ouro e a encantar-se com a opulência! Cuidado com toda e qualquer proclamação feita em nome de Deus e que produz euforia, mas não restaura a alma ferida, agredida, corrompida pelo pecado! Cuidado com toda ‘espiritualidade’ que não ilumina os seus olhos para enxergar as maravilhas da Sua lei. Cuidado com o maravilhamento que não o inspira a cair de joelhos; mas que só o torna encantando com a sabedoria do Cristo, mas desperta o escândalo no seu coração (E escandalizavam-se nele. Mc 6:3b). Ou Jesus nos encanta ao ponto de o amarmos radicalmente, lançando sobre ele o nosso rico perfume; ou nos maravilhamos sem a intenção de nos submetermos aos Seus ensinos. Em qual dos dois extremos você se encontra?

Com amor e carinho

Pr. Weber

Fascinação – DEVOTIO

junho 22, 2011 § 1 comentário

Fascinação! É assim que descrevo o exercício da fé em Deus. Até que o coração expurgue os intrusos inimigos da devoção, a fé se parecerá com um conjunto de regras e artigos frios a serem lembrados em ocasiões especiais, nada próximo ao prazer. Sem o fascínio da contemplação, a frieza é um estado compreensível, pois, que gênero de relação pode resistir sem admiração, encantamento e o fervente anseio de se-estar-com.

A fé em Deus só sobrevive num estado de amor que estimula e fascina. Quem sabe você anda um tanto quanto desanimado e muito decepcionado com todo este produto da religiosidade e só vê uma saída: esquecer de tudo que possivelmente já leu, atirando a Bíblia para o fundo de uma caixa empoeirada. Eu compreendo. Pois, enquanto a alma não fica fascinada pela glória que resplandece na face de Cristo, tudo é teoria. Mas, basta um momento, um simples toque, um vislumbre, algumas palavras motivadas pelo sincero desejo de conhece-lo e pronto. Os protocolos naturais, o hábito repetitivo, cede ao fascínio.

Só a alma fascinada é pura e generosa. Sem o fascínio pelo que vive pelos séculos dos séculos, ela é pobre, mesquinha, corruptível e sem compaixão. Mas, que gênero de atitude produz fascinação? Ninguém fica fascinado por algo que não tem interesse por observar e conhecer. Assim, para que a sua alma se sinta atraída e consumida pelo Senhor, você terá que ousar parar, e depois de parar, calar-se diante do que perceberá. Segue-se a isto, o fascínio.

Com amor e carinho

Pr. Weber

CONFISSÕES DE UM PASTOR

maio 13, 2011 § 1 comentário

Agostinho escreveu uma belíssima obra, deixando um documento para posteridade, no qual atestava suas próprias fraquezas. No início da minha carreira cristã eu a li. Depois de quase trinta anos, passando os olhos por uma gôndola numa dessas enormes livrarias, encontrei um exemplar publicado por uma editora portuguesa, que chamou muito a minha atenção pela excelência da impressão, textura do papel e refinada encadernação. Não resisti e comprei. Agora ela ocupa um lugar de destaque na minha estante. Não posso deixar de nota-la. Fato curioso, é que todos os dias o Espírito Santo me traz à lembrança a importância da confissão secreta e pública das minhas fraquezas. Venho tentando fazer isto por algum tempo, sem ser aterrorizado pelo medo de que me interpretem mal ou me tomem por desqualificado. A disciplina da confissão, tem me ajudado a interpretar melhor a graça de Deus e a interagir melhor com o Deus da Graça.

Confesso que tenho andado cansado com tudo que os meus olhos estão sendo obrigados a ver. Nunca fez tanto sentido pra mim a previsão bíblica de que os “últimos dias seriam trabalhosos (cansativos)”. Por conta disso, tenho sido inúmeras vezes tentado a abandonar o pastorado. Ando cansado de ter que lutar contra esta tendência de relacionar fé com bem-estar; a ouvir os pregadores de ilusão venderem seus produtos cuidadosamente desenvolvidos para uma audiência específica; a notar o desprezo do “ensino segundo a piedade”. Ando cansado de aconselhar sobre as mesmas coisas; de falar pra quem já imagina saber tudo sobre a fé; de intervir e não ouvir obrigado. Ando cansado de ter que educar os filhos dos outros; a buscar conciliar casais cristãos que facilmente harmonizariam a relação, se simplesmente pusessem em prática a Palavra de Deus. Ando cansado de não ver apego a oração na “casa de oração”. Ando cansado da confusão entre espetáculo e adoração. Ando cansado de ver famílias se desfazendo sem que seus membros percam a pose. Ando cansado de ver crianças entregues a si mesmas, deixadas ao cuidado da TV, enquanto pais cristãos não encontram foças nem mesmo para uma simples oração em família. Ando cansado de ministrar semanalmente a centenas de pessoas que parecem estar mumificadas, sem esboçar a mínima reação. Ando cansado de ter que assistir o litígio prevalecer sobre o amor e o bom senso. Ando cansado dessa mercantilização absurda da igreja. Cansado! Cansado! Cansado!

Confesso que semanalmente sou traído por meus sentimentos de compaixão e esperança. Confesso que pela graça de Deus consigo vencer a tentação para enfrentar mais uma semana. Confesso que o temor a Deus á a ÚNICA RAZÃO para eu não ceder. Confesso que também sou capturado pelo amor às 500 almas para as quais prego. Confesso que nada me fortalece mais do que as lágrimas derramadas em secreto. Confesso que os amigos são determinantes nessa batalha. Confesso que não tenho medo de confessar. Confesso que anseio por ser um cristão literalmente bíblico em busca de edificar uma igreja com essas características. Confesso a minha sede por devoção. Confesso que não consigo pensar em outra coisa se não na LEI DO SENHOR. Confesso que luto para amar alguns que gostaria não ter que amar. Confesso que me envergonho de ver tanta gente lançando mão de recursos e estratégias mundanas para alcançar seus objetivos de gigantismo. Confesso que não tenho estômago para birras. Confesso que como disse muito apropriadamente Ed René: “Não sou quem tem um ministério, mas ele é que me tem”.

Graças a Deus, as tentações estão sendo vencidas.

Com amor, carinho e total transparência.

Pr. Weber

Trilhas Antigas

abril 13, 2011 § 2 Comentários

Assim diz o Senhor: Ponde-vos à margem no caminho e vede, perguntai pelas VEREDAS ANTIGAS, qual é o bom caminho; andai por ele e achareis descanso para a vossa alma; mas eles dizem: Não andaremos.

É inegável que nesses dias as coisas envelhecem rápido: computadores, celulares, aparelhos de televisão, roupas, sapatos, carros… Seguindo esta tendência, os relacionamentos humanos acompanham o ritmo da obsolescência, e na cabeça da maioria, também envelhecem. É raro alguém apresentar um “velho amigo”. Geralmente, movidos pelo comportamento desenvolvido pelas redes sociais, o que importa é o “novo amigo” o “novo seguidor”. Eu posso até estar indo longe demais nas minhas conclusões, mas há nesses dias um encantamento generalizado por novidades, uma sede por algo que possa ser classificado como a última moda. Na igreja não é diferente.

Aprendemos a rotular o ANTIGO como ultrapassado e sem uso. Cada geração parece querer deixar sua marca, ignorando todas as lições deixadas pela construção da torre de Babel. Insistindo em inovar, esquecem-se de que no contexto da fé, tudo já foi feito e tudo já foi dito. Jesus estava certo ao dizer que a obra de Deus é simplesmente “CRER”. Mas, como fazer com que a simplicidade do “crer” suplante a sedução do “realizar”? É por isso que não nos contentamos em apenas prosseguir, queremos construir algo, gravar nosso nome de alguma maneira na memória dos outros.

O texto de Jeremias 6:16 é parte de uma tentativa divina de chamar Israel ao arrependimento. Deus chama seu povo a reparar nas “veredas antigas”, as trilhas por onde passaram os velhos patriarcas, profetas, apóstolos, os santos de Deus das gerações passadas. Mas, assim como Israel desprezou o antigo caminho, também nós. Nos esquecemos de que por essas trilhas, muitas delas abertas à força do martírio, transitaram gloriosas testemunhas levando nos ombros a sagrada herança da fé. Talvez, seja este incurável desprezo pelo antigo que nos tenha trazido até aqui. Olhamos ao nosso redor, vemos tanto conteúdo estranho ao universo milenar das Escrituras e nos perguntamos: Meu Deus, de onde saiu isso? Onde foram buscar essa prática? Como chegaram a tais e tais conclusões?

Essa sede insaciável pelo novo nos expõe ao erro, e acabamos por endossa-lo sob o pretexto que nem tudo está escrito. Hoje, podemos apontar muitas trilhas estranhas por onde Deus jamais escoou sua produção. Por outro lado, fechamos os olhos para as riquezas do tesouro da sabedoria e do conhecimento, ao ponto de não encontrar estímulo ou razão para recorrer às devoções cristãs. Provavelmente, aqui esteja uma das causas de orarmos tão pouco e termos uma empobrecida afeição por Cristo. Mas, continuamos a ouvir a exortação divina nos lábios de Jeremias: Ponde-vos à margem e perguntai pelas VEREDAS ANTIGAS. Creio que é tempo de deixarmos de lado esta eufórica busca por novidades, examinar criteriosamente as Escrituras e simplesmente CRER.

Respeitosamente,

Pr. Weber

VOICES OF THE POOR

janeiro 20, 2011 § Deixe um comentário

A partir dos anos 90, o banco mundial, na intenção de mudar para melhorar sua política de socorro às nações mais pobres do mundo, decidiu perguntar aos próprios vitimados pela pobreza sobre como eles a interpretavam. O resultado foi este que segue (todas as citações foram retiradas na íntegra do livro WHEN HELPING HURTS -by Steve Corbett & Brian Fikkert).

“For a poor person everything is terrible – illness, humiliation, shame. We are cripples; we are afraid of everything; we depend on everyone. No one needs us. We are like garbage that everyone wants to get rid of”. MOLDOVA

“When I don’t have any (food to bring my family), I borrow, mainly from neighbors and friends. I feel ashamed standing before my children when I have nothing to help feed the family. I’m not well when I’m unemployed. It’s terrible. GUINEA-BISSAU

“During the past two years we have not celebrated any holidays with others. We cannot afford to invite anyone to our house and we feel uncomfortable visiting others without bringing a present. The lack of contact leaves one depressed, creates a constant feeling of unhappiness, and a sense of low self-esteem”. LATVIA

“When one is poor, she has no say in public, she feels inferior. She has no food, so there is famine in her house; no clothing, and no progress in her family”. UGANDA

“The poor have a feeling of powerlessness and inability to make themselves heard”. CAMEROON

“Your hunger is never satisfied, your thirst is never quenched; you can never sleep until you are longer tired”. SENEGAL

“If you are hungry, you will always be hungry; if you are poor, you will always be poor”. VIETNAN

“What determines poverty or well-being? The indigenous people’s destiny is to be poor”. ECUADOR

“What one shouldn’t lack is the sheep, what one cannot live without is food”. CHINA

Na compreensão dos mais pobres, pobreza é o estado de impotência e humilhação causado pela impossibilidade de levantar o próprio sustento. É um estado indigno imposto, em alguns casos por sua nacionalidade e cultura, e em outros por conseqüências históricas. Tudo isto é injusto. Bem, como cristãos, ignorar esta realidade é tentar fazer a leitura da vida olhando através de um funil. O combate ao estado de pobreza do mundo (incapacidade de produzir os recursos para a própria sobrevivência) precisa aparecer nas intenções e planejamentos de cada igreja local. Não inspirado no paternalismo assistencial que causa dependência, mas no suporte à formação humana completa (intelectual, moral, profissional e espiritual). Assim, a ação da igreja deve ser permanente e intencional. Nesse sentido, dar a cesta básica tem seu lugar nesse processo, mas se parar aí, o pobre continuará a ter que conviver ad eternum com a pobreza.

Com amor e carinho

Pr. Weber Chagas

OS CRISTÃOS E A DESGRAÇA NA SERRA

janeiro 13, 2011 § 5 Comentários

As imagens de devastação da região serrana do Rio de Janeiro causada pelas últimas chuvas, têm provocado em mim as mais desconfortáveis sensações. Enquanto tenho assistido a documentação da desgraça, fico ali aterrado, impotente, um tanto quanto apalermado, grudado à cadeira, quando meu desejo era ter uma pá nas mãos. As tragédias alheias, que com grande freqüência atingem os mais pobres, agitam constantemente minha mente e coração. Tudo que foi usado pelo Espírito Santo ao longo dos últimos trinta e três anos para dar forma ao cristão que sou, não me deixa rodear nenhum necessitado sem pensar na parábola do bom-samaritano. Nela, Jesus usa do artifício alegórico para comunicar a verdade de quanto a religião é capaz de endurecer o coração humano para as expressões fundamentais da fé e da espiritualidade: o amor praticado, exercido sem reservas, em favor de quem se encontra caído ao longo do nosso caminho, independentemente de quaisquer fatores.

Ficar imóvel diante da desesperança causada pela perda absoluta testemunhada por famílias inteiras, não é só uma questão de insensibilidade, mas sinal de morte, ou de um estado avançado de deterioração da alma e do próprio coração. Neste momento, milhares de desabrigados clamam em seus vales miseráveis e ninguém os ouve. Para além da interferência humana nas questões climáticas e ambientais; para além do descaso de autoridades despreparadas, rápidas no gatilho na cobrança de impostos extorsivos e na legislação em causa própria; para além da geografia irregular da região; o fato é que alguma coisa precisa ser feita pelos cristãos e suas respectivas igrejas locais. Pois, a teologia que não inclui a compaixão e a misericórdia pelos menos favorecidos, não presta, cheira mal e deveríamos nos envergonhar dela.

Mas, toda esta indolência, toda esta torpeza, toda esta falta de iniciativa é um sintoma perigoso de falência. O judaísmo dos dias de Jesus, responsável pela produção de escribas, levitas e fariseus que contornavam a miséria sem qualquer sinal de culpa ou compaixão, prosseguiu na história sem a grandeza de ser luz para as nações. A igreja corre o mesmo perigo. Eu e você, cariocas e fluminenses, que nesse momento contorna sem culpa este quadro arrepiante, estamos sob prova. Orar nesse instante é fundamental, mas qualquer oração desassociada do desejo de agir, de operar, de doar, chega parecer uma tentativa de eximir-se, de lavar as mãos, e como sabemos, lavar as mãos não é bem o que Jesus faria.

“Os pobres, sempre os tereis convosco” disse Jesus. Este estado permanente de pobreza com o qual teríamos que conviver, precisa ser visto como uma prova permanente do nosso amor. Lembra-se de Mateus 25 (Estive com fome e NÃO…; com sede e NÃO…; nu e NÃO…; enfermo e NÃO…)? Todos esses “e não” de Jesus apontam para um tempo de total frieza para com todos estes flagelos, um tempo de egoísmo, e isso não combina em nada com o ensino de Cristo. Logo, discipulado que exclui a misericórdia e compaixão pelos pobres, não é o de Cristo.

Vamos lá! Orem; conversem mutuamente; organizem-se; juntem as pás, enxadas e picaretas; acrescente à bagagem roupas, comida e agasalhos; separe algum dinheiro para doações e suba a serra. É hora de fazer diferença!

Com amor e carinho,

Pr. Weber

VOCÊ SABE LER GRANDES NUMERAIS?

janeiro 11, 2011 § 3 Comentários

Observo que existe um grande número de pessoas que não sabe como ler números que excedem a “um trilhão”. Pensando em ajudar, resolvi pesquisar e organizar em ordem os grandes numerais. Divirta-se a aprenda:

Milhão 1.000.000

Bilhão 1.000.000.000

Trilhão 1.000.000.000.000

Quatrilhão 1.000.000.000.000.000

Quintilhão 1.000.000.000.000.000.000

Sextilhão 1.000.000.000.000.000.000.000

Septilhão 1.000.000.000.000.000.000.000.000

Octilhão 1.000.000.000.000.000.000.000.000.000

Nonilhão 1.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000

Decilhão 1.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000

Undecilhão 1.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000

Duodecilhão 1.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000

Tredecilhão 1.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000

Quatordecilhão 1.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000

Quindecilhão 1.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000

Sexdecilhão 1.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000

Setedecilhão 1.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000

Octodecilhão 1.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000

Novedecilhão 1.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000

Vigesilhão 1.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000

Com amor e carinho,

Pr. Weber